Estava eu analisando minha lista de prioridades para este ano e fiquei cá com algumas questões... Já repararam que é super fácil definir metas, determinar as mudanças que pretendemos operar em nossa vida, mas, é super difícil superar as barreiras que nos impedem de progredir no nosso planejamento? Há tantas variáveis a considerar... há as faltas (de dinheiro, de tempo, de paciência... de empenho...), há o excesso (de burocracia, de pessimismo, de preguiça, de cansaço, de distâncias... de baixa auto-estima...), há o medo (do insucesso, das críticas, de atingir a meta e não conseguir manter-se lá... medo do desconhecido...).
Epa! Estou escrevendo os meus pensamentos e, então, que negócio é este de usar a 1ª pessoa do plural??? Olha o medo aí! Euzinha, muito da safada, escondendo-me no "nós" isso "nós" aquilo... Desculpem lá, tá? É o tal do medo... todo mundo tem, pode ser que outros tenham pensado o mesmo que eu, mas as reflexões aqui descritas são mesmo minhas. Trata-se do meu eu, aqui e agora. E, sem-vergonhamente (desculpem o neologismo), já resumi os principais problemas:
1) Falta de empenho - preciso convencer-me de que só com esforço conseguirei construir o futuro que desejo.
2) Baixa auto-estima - tantos anos de terapia já me forneceram as ferramentas, só preciso colocá-las em ação.
3) Medo do desconhecido - esta então é ridícula... já estou cansada de saber que este tipo de medo resolve-se quando apresentar-me ao tal desconhecido (o que é conhecido é bem mais confortável, não é?).
Este post é a minha reflexão do dia de hoje, sobre a minha vida, minhas metas. Qualquer semelhança com a vida de outro ser humano é mera coincidência... ou... penso que todo mundo passa por isso, pelo menos uma vez na vida, é ou não é?
Metas são importantes e ultrapassá-las não há emoção melhor quando fazemos.
ResponderExcluirNão vejo problema na primeira pessoa do plural não, sabia? Somos indivíduos com muitos eu internos. Logo, somos um conjunto de nós com nos por todos os lados.
Eu acabei de alcançar uma meta: voltei ao Rio de vez. Consegui passar num concurso aberto da Universidade Veiga de Almeida, onde me formei, e sou o novo coordenador do curso de Fonoaudiologia de lá (de cá é mais preciso). Essa emoção não tem preço. Meu ego tá enorme de feliz e satisfeito.
NÃO DESISTA NUNCA DAS METAS E DE ALCANÇÁ-LAS, ULTRAPASSÁ-LAS!
Um beijo suadoso.
Rey